26 de setembro de 2014

Megaman - dos games para a série de tv



Quando se fala em megaman, acredito que todos já tenham ouvido falar deste personagem que, para mim, trata-se de um dos maiores ícones dos jogos de videogame, algo como Pacman ou Mario.

Para quem não sabe, este robozinho azul possui inúmeros jogos e sequências, sendo a minha preferida a série X, com Megaman X ao X8 já lançados.

De qualquer maneira, o valor da série original é inquestionável, com 10 jogos já lançados, sendo estes muito difíceis de serem zerados.

Porém, minha intenção aqui nem é tratar de jogos, mas sim do seriado que chegou a passar no SBT, que contava as histórias do herói azul em sua eterna luta contra Dr. Willy e seus robôs.

Lembro-me que assistia todo empolgado aos sábados este desenho, sendo que conhecia pouco os jogos da série clássica (como já disse, sou fã dos jogos da série X).

Porém, neste mês de setembro, tenho me empolgado em rever vídeos destes jogos no youtube e decidi reassistir aos desenhos, sendo 27 episódios lançados ao total.

Por hora, apenas prometo que em algum momento futuro farei uma análise da série X, contando um pouco da história (SEM PREVISÃO DE DATA).

Assim, meu intuito no momento é apenas fazer sinopses conforme eu for reassistindo à série e mencionar quais robôs (chefes dos jogos do megaman clássico) aparecem em cada episódio e em que jogos eles apareceram.

 

Link Para Baixar Episódios: CLIQUE AQUI


Episódio 1: O início

Participações:
Cut Man (MM1) / Guts Man (MM1) / Fire Man (MM1) / Ice Man (MM1) / Bomb Man (MM1) / Elec Man (MM1) / Protoman (MM3)

Sinopse:
Dr. Willy parte com seus robôs para o aeroporto e começa a destruição. Ele almeja a rendição das autoridades para tornar-se o novo mandante da cidade. Em uma tentativa de salvar Roll, Megaman acaba sendo atingido. Então, enquanto Dr. Light tenta consertá-lo, começa a se lembrar do início de seu trabalho na construção de robôs, quando ele criou Protoman, cujo projeto foi roubado por Dr. Willy, e Rock, reprogramado depois para se tornar Megaman.


Episódio 2: Pesadelo elétrico

Participações:
Bright Man (MM4) / Pharaoh Man (MM4) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
O plano de Dr. Willy é dominar a usina de força da cidade para controlar a eletricidade local. Para isso, ele coloca um espião no laboratório de Dr. Light e consegue tirar Megaman de combate, enquanto os aparelhos elétricos começam caçar as pessoas nas ruas.


Episódio 3: Mega Pinóquio

Participações:
Ring Man (MM4), Magnet Man (MM3) / Crash Man (MM2) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Um dos robôs de Dr. Willy implanta um chip em Megaman, que passa a acreditar que se tornou humano. Porém, na verdade, o chip era de controle da mente, o que faz com que Dr. Willy use Megaman como instrumento de destruição para depois culpar Dr. Light pelos estragos provocados na cidade.


Episódio 4: O grande terremoto

Participações:
Drill Man (MM4) / Stone Man (MM5) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Um terremoto atinge a cidade, porém, Dr. Light e Megaman desconfiam que Dr. Willy tenha relação com aquele evento. Assim, Megaman parte para investigar o epicentro, mas sem desconfiar que Guts Man instalou um rastreador nele.


Episódio 5: Parque dos robossauros

Participações:
Toad Man (MM4) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Light, Megaman e Roll partem para um passeio no parque dos robossauros junto a outros visitantes. Porém, Toad Man secretamente altera a programação dos robôs, fazendo com que eles comecem a atacar as pessoas no parque e, depois, na cidade. Enquanto isso, o plano do Dr. Willy é lançar seu retrovírus em todos os robôs e torná-los seres primitivos das cavernas.


Episódio 6: Megaman na lua

Participações:
Crystal Man (MM5) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Enquanto todos estão assistindo ao lançamento de um ônibus espacial, Dr. Willy invade a nave e segue para o espaço. Seu plano é roubar uma lente de focalização de luz solar, que está na estação espacial, para instalá-la em um poderoso laser construído na lua e, assim, destruir as cidades do planeta. Contudo, Dr. Light constrói um jetpack e Megaman parte atrás de Dr. Willy.


Episódio 7: 20.000 vazamentos submarinos

Participações:
Dive Man (MM4) / Wave Man (MM5) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy invade uma estação de mineração submarina com o intuito de roubar matéria-prima para a construção de novos robôs. Assim, Megaman mais uma vez é acionado para resolver o problema, porém, quando parecia que tudo estava resolvido, ele descobre que, na verdade, havia caído em uma armadilha.


Episódio 8: O incrível microman

Participações:
Dust Man (MM4) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Os robôs de Dr. Willy entram no museu da cidade e roubam uma pedra preciosa rara. Então, Megaman é acionado para proteger o local, porém, Guts Man e Cut Man, utilizando aquela joia como fonte de energia, disparam um laser em Megaman, que encolhe e fica do tamanho de um rato. Mas Dr. Willy queria mais: encolher todas as cidades do mundo e depois vendê-las.
 
 
Episódio 9: Troca de identidade

Participações:
Snake Man (MM3) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Megaman está viajando de avião, quando descobre que Guts Man e Cut Man também estavam no voo. Ao serem avistados, os robôs de Dr. Willy fogem para o compartimento das malas. Megaman os segue, porém, apenas encontra uma câmara misteriosa. Depois, já em solo, Megaman cai em uma armadilha, quando é colocado na câmara e troca de identidade com Snake Man.


Episódio 10: A era do gelo

Participações:
Air Man (MM2) / Ice Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Ice Man e Air Man atacam uma companhia de refrigeração, roubam todo o nitrogênio líquido da fábrica e sequestram o proprietário. O plano de Dr. Willy desta vez é transformar a cidade em geleiras, de maneira que ele prefere contar com a ajuda de Air Man para a realização do serviço, o que acaba gerando ciúme e discórdia em Ice Man.


Episódio 11: Aço frio / "Cold Steel"

Participações:
Spark Man (MM3) / Gemini Man (MM3) / Gyro Man (MM5) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Megaman e Roll estão assistindo a uma apresentação de rock da banda Cold Steel, quando percebem que o público começa a deixar o local. Sem saber o motivo, Megaman desconfia do som emitido pelos instrumentos, mas não percebe que, na verdade, os membros da banda são os robôs do Dr. Willy, cujo plano é controlar a mente de todas as pessoas do planeta por meio da música.


Episódio 12: Choque no futuro

Participações:
Metal Man (MM2) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Enquanto Dr. Light explicava para alguns cientistas o funcionamento de seu novo experimento, uma máquina do tempo, os robôs de Dr. Willy invadem o local para roubá-la. No entanto, sem obter sucesso, Dr. Willy encarrega Protoman de explodir o aparelho. Neste momento, Megaman percebe que Dr. Light está em perigo e tenta salvá-lo, empurrando-o em direção ao aparelho, acreditando que o cientista tivesse entrado e realizado uma viagem no tempo. Então, sem saber que Dr. Light estava embaixo dos escombros, Megaman entra na máquina e viaja trinta anos no futuro, onde Dr. Willy havia dominado o planeta.


Episódio 13: A estranha ilha de Dr. Willy

Participações:
Wood Man (MM2) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy está em uma ilha, onde controla um exército de homens de pedra. Enquanto isso, Dr. Light e Megaman percebem uma atividade incomum acontecendo na área e seguem para descobrir o que se trata. Ao chegarem, são recebidos pelos homens de pedra e pelos robôs de Dr. Willy. Porém, algo sai do controle e, agora, Dr. Light e Dr. Willy precisam unir forças para enfrentar a ameaça juntos.
 

Episódio 14: O grande show

Participações:
Snake Man / Drill Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Um meteoro cai próximo a uma mina e Dr. Willy parte para o local no intuito de obter fragmentos do minério espacial. Seu plano é reforçar seus robôs com o material vindo do espaço e torná-lo super fortes, assim como aproveitar a oportunidade para saquear todo o ouro da mina.
 

Episódio 15: O terror dos sete mares

Participações:
Bomb Man / Elec Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy articula mais um plano secreto e sequestra vários navios de guerra para colocá-lo em prática. Então, após conseguir reunir uma boa quantidade, ele revela sua mais nova criação: uma fortaleza flutuante de guerra, formada por todos os navios que ele havia roubado.


Episódio 16: Mega sonhos

Participações:
Bomb Man / Elec Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy construiu uma máquina que acessa os sonhos das pessoas, conseguindo, assim, manipular aqueles a quem ele invade o sono. Desta forma, ele consegue coletar informações importantes do prefeito e do chefe de segurança acerca da estação espacial, dando-lhe a possibilidade de levar sua máquina ao espaço para, então, direcioná-la para o planeta com o objetivo de controlar todas as pessoas pelos sonhos.


Episódio 17: A aranha robô

Participações:
Quick Man (MM2) / Bright Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
A mais nova criação de Dr. Willy é uma aranha robô gigante que aterroriza a população e drena toda a eletricidade das torres de energia com sua teia. Então, com praticamente toda a cidade monitorada, Megaman tenta levar uma cópia do projeto para Dr. Light, que deve encontrar uma maneira de impedir que o enorme robô chegue ao supercomputador de defesa militar da cidade e o desative.


Episódio 18: Mestre do desastre

Participações:
Gravity Man (MM5) / Drill Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Light investiga a lenda de Lótus e descobre onde ele está escondido, porém, Dr. Willy rouba o mapa da localização e consegue achá-lo primeiro. Então, ele encontra o espírito do gênio Lótus, que concede todos os desejos daquele que o liberta, e Megaman passa a ser perseguido pelos prédios da cidade de Nova Iorque, que ganham vida graças ao poder do gênio.

 
Episódio 19: Noite dos bots monstro vivo
 
Participações:
Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy cria robôs a partir dos personagens das histórias de terror, reconstruindo assim a múmia, o lobisomem, Drácula e Frankenstein, e passa a filmar o ataque deles à cidade com o intuito de espalhar o vídeo e fazer com que as pessoas fujam.


Episódio 20: A maldição dos homens leão

Participações:
Star Man (MM5) / Bright Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Os robôs de Dr. Willy estão em uma ilha procurando por um novo esconderijo, quando observam um cometa cortar o céu. Eles seguem o rastro e descobrem que o objeto celeste libertou criaturas adormecidas com estrutura humana e aparência de leão, com poder para transformar todas as pessoas em leões. Com isso, transformam inclusive Dr. Light e Dr. Willy, e agora planejavam dominar o mundo.
 
 

Episódio 21: O dia em que a lua caiu

Participações:
Shadow Man (MM3) / Dark Man (MM5) / Quick Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy constroi um aparelho capaz de atrair a lua para a Terra. Seu plano é trazer o corpo celeste para perto do planeta, gerando assim muitas catástrofes naturais, tais como ondas gigantes e erupções vulcânicas. Desta forma, ele pretende destruir o mundo e depois reconstruí-lo, tornando-se o novo líder dos humanos.


Episódio 22: Sabotagem no campus

Participações:
Top Man (MM3) / Snake Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Light funda uma escola de robôs estudantes com o intuito de expandir as pesquisas de robótica. Entretanto, os robôs de Dr. Willy invadem o campus e adicionam chips de controle de memória na refeição dos alunos robôs. Com isso, ele passa a ter controle sobre os robôs, que são ordenados a destruir Megaman.
 
 
Episódio 23: Cérebot

Participações:
Snake Man / Dark Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Light apresenta a Megaman e Roll sua nova invenção, o Cérebot, um robô com superinteligência. Então, ele solicita que este seja levado ao Centro de Pesquisa na Califórnia para trabalhar em projetos secretos. No entanto, os robôs de Dr. Willy atravessam o caminho de Megaman e fazem de tudo para sequestrá-lo.
 
 
Episódio 24: Bro bots / "Irmãos bots"
 
Participações:
Heat Man (MM2) / Needle Man (MM3) / Elec Man / Bright Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Megaman está assistindo a um desfile de carros alegóricos do candidato a governador, quando Cut Man e Guts Man invadem o local com dois tanques de guerra para acabar com a festa. Então, no momento em que Megaman se prepara para enfrentá-los, surge Protoman, que abandona seus antigos companheiros e luta ao lado de Megaman. Quais seriam as intenções de Protoman?


Episódio 25: Um estranho parque de diversões
 
Participações:
Hard Man (MM) / Ring Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Enquanto Megaman está participando de um concurso de cachorros robô adestrados, uma criança chega correndo e diz que está sendo perseguida por humanos que foram transformados em robôs. Roll duvida do garoto, mas ele diz ter provas de que as transformações estão ocorrendo no parque de diversões da cidade. Assim, todos partem para lá no intuito de encontrar o local onde Dr. Willy está executando seu plano de controle de humanos.
 
 
Episódio 26: Megaman X
Participações:
Spark Mandrill (MMX) / Ville (MMX) / Snake Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Light apresenta a alguns cientistas um novo tipo de metal - laitânio - que é capaz de produzir mais energia plasma - utilizada nas armas dos robôs - que o convencional. Logo que descobre, Dr. Willy envia seus robôs para saquear a reserva da fábrica, porém, sua tentativa fracassa. Enquanto ele se lamenta em seu laboratório, robôs do futuro atravessam um portal e se dirigem a ele atrás do metal. Com força muito superior a dos robôs da época atual, somente a chegada de Megaman X poderá devolver Spark Mandrill e Ville para o futuro.
 
 
Episódio 27: Crime do século
Participações:
Bomb Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy cria um dispositivo que traz à vida os brinquedos. Assim, ele ordena que os bonecos realizem vários assaltos. Então, após espalhar o pânico pela cidade, seu último passo é roubar a mais exuberante das joias, a pérola negra.
 

OPINIÃO: Adoro Megaman, então sou suspeito em dizer qual (quais) episódios gosto mais. Porém, para aqueles que não tempo ou paciência de assistir a série toda, resumiria em três os principais que devem ser assistidos por todos. São eles os episódios 1, 24 e 26.

 

15 de setembro de 2014

Filme: A Lenda do Santuário [Cavaleiros do Zodíaco]


 

Não é difícil alguém perceber o quanto eu gosto de Cavaleiros do Zodíaco. Meus papeis de parede do celular, do notebook e do PS3 são todos temáticos da série e tenho praticamente todos os produtos licenciados no Brasil, desde DVDs, mangas, livros, games, cloths (os bonecos), álbuns de figurinhas, etc.
 
Enfim, tenho grande fascínio pela série que, apesar de possuir deficiências em alguns aspectos, consegue ser maior que qualquer falha e sempre acaba nos apresentando coisas novas. Desta vez, ocorreu com o filme que está em cartaz nos cinemas desde 11.09.2014, "A Lenda do Santuário", o qual eu assisti no dia seguinte, na sessão das 19 horas.
 
Como eu bem disse, cavaleiros sempre nos apresenta coisas novas e, em alguns casos, a obra original chega a se tornar completamente diferente de suas sequências, e é isso que acontece em grande parte neste filme. Assim, um fã deve saber assistir, pois, caso contrário, já começa a criticar o filme apenas porque não concordou com alguma das licenças poéticas apresentadas em relação ao anime original.
 
Agora, na minha opinião sincera, todo mundo que tem algum conhecimento de cavaleiros do zodíaco deveria assistir. Quanto àqueles que não conhecem nada, que nunca ouviram falar ou que não sabem o mínimo sobre as armaduras ou o santuário, estes devem primeiro procurar se informar ao menos do básico antes de assistir, pois, caso contrário, ficarão boiando feio.
 
O filme é bom, mas senti que às vezes não se decidia se seguiria a série original ou se inventaria situações diferentes das que acontecem no anime. Além disso, parecia que teríamos uma batalha épica entre cavaleiros, mas, depois, tudo ficou concentrado no Seiya. Não que isso não tenha acontecido antes, vide o Prólogo do Céu com o Seiya ou o Episódio G que se concentrava apenas em Aioria. Mas tudo bem, pois ainda vale ser assistido.
 
Existem muitas cenas que querem fazer você rir, algumas a gente extravasa e em outras a gente sorri por dentro (são interessantes as cenas). Os cenários são totalmente futuristas espaciais e as armaduras possuem capacetes (???). Isso foi algo que me incomodou, pois a parte da cabeça se fecha e perdemos muito dos detalhes dos rostos dos personagens (aparecem, mas deveriam aparecer mais). Sobre os personagens, estão bem "modernosos", com piercing, brincos... só faltou tatoo (ou não).
 
Por fim, os cenários são incríveis, mas acho que no bluray (quando for lançado) serão ainda mais bonitos de se ver os detalhes. Mas, agora, o que me incomodou profundamente, apesar de estar entre os aspectos menos comentados, foi a trilha sonora. Tentaram fazê-la ser épica, mas não ficou muito legal dentro do contexto do filme. No anime fica legal, mas no filme, não curti. Por ser mais intenso, aquilo merecia um rock implacável nas cenas de ação. Para mim, foi o maior erro do filme
 
Em suma: Assim, reiterando o que havia dito, é recomendado a todos que tenham conhecimento sobre a série (não precisa ser conhecimento aprofundado, mas apenas ter referências como, por exemplo, saber que os cavaleiros vestem armaduras, que Saori é a encarnação de Atena, etc). Porém, a principal característica solicitada para quem for assistir é "abra a cabeça", pois se criar expectativa para este filme, principalmente se quiser comparar com o anime, será fatal.
 
Mais: Absolutamente não compare este filme com nada especificamente, mas pense que cada trecho do filme pode ser associado a alguma fonte de inspiração. Teve parte que me pareceu o filme Fúria de Titãs 2, outras Final Fantasy, outras Transformers, etc. É um apanhado de referências e, assim, cavaleiros do zodíaco é apenas uma delas.
 
Observação importante: para aqueles que sempre se perguntaram como um cavaleiro de ouro foi capaz de perder para um de bronze (o que de certa forma não tem lógica mesmo), este filme é maravilhoso, pois os dourados são IMBATÍVEIS (tirando os fracos por natureza).
 

3 de julho de 2014

Impressões sobre a Copa do Pantanal


Olá. Mais uma vez venho para tratar do assunto Copa do Mundo 2014 no Brasil, porém, mais especificamente na sede de Cuiabá, minha cidade, cujo evento em âmbito local intitulou-se como a Copa do Pantanal.

Fiz questão de comprar ingressos para todos os jogos que aconteceram aqui e ainda me inscrevi para ser voluntário da FIFA. Se possível, também gostaria de ter sido voluntário do programa Brasil Voluntário, do Ministério dos Esportes, mas os horários me impediram.

Sobre ser voluntário, tive o prazer de conhecer pessoas com o mesmo pensamento que o meu e que compartilhavam aproximadamente os mesmos desafios de ter que assumir uma função em que a população em geral torcia os olhos. Guardada as proporções, foi como se em uma guerra tivéssemos que lutar contra tudo e contra todos.

Mas isso foi no início, pois a medida que os dias passavam e as partidas aconteciam, o que se via era o contrário, com inúmeras pessoas arrependidas de não terem participado. Sobre a minha experiência, foi ótima, com certeza, e aprendi muito, menos pelo conhecimento técnico e mais pelos desafios humanos.

Foram muitos estrangeiros que atendemos, de várias nacionalidades, e brasileiros de todos os estados, em que testamos nossa capacidade de sermos hospitaleiros. Para onde se olhava, naquele ambiente somente se via pessoas querendo ajudar, sendo úteis ao próximo, sabendo que aquilo seria um benefício para nós mesmos.

O dia 24 de junho de 2014 foi marcado pelo último jogo a acontecer em Cuiabá e também foi a data em que teoricamente se encerrou a prestação de serviço voluntário da FIFA para a Copa. Claro que nos dias posteriores também teve serviço para alguns, mas foi no sentido de remover as estruturas e contabilizar o saldo de nossa participação.

Para concluir nossos trabalhos, depois da partida houve a entrega de certificados e medalhas e cerveja Budweiser à vontade para os apreciadores.

Agora, como eu já havia mencionado, comprei ingresso para todos os jogos daqui, e da mesma forma que várias pessoas reclamaram por não terem sido voluntários no decorrer do evento, mais ainda lamentavam por não terem conseguido comprar ingressos para os jogos.

Muitos se cegaram para a corrupção no país e não perceberam a tempo que a Copa do Mundo de futebol simplesmente é o evento mais importante do planeta e que Cuiabá teve a sorte imensa de ser uma sede.

No princípio foi muita sorte mesmo, pois Cuiabá não tinha o mínimo de estrutura para receber grande eventos. Porém, se eu disser que agora tem, eu estaria mentindo, mas o que se provou foi que nossa capacidade é maior que nossos recursos.

A promessa de um legado é enorme, mas as obras ainda estão quase todas em andamento. Em suma, basicamente com a Arena Pantanal e algumas outras adaptações viárias e do aeroporto, conseguimos surpreender o Brasil e o mundo e provar que nossa cidade mereceu ser escolhida como sede. Isso não apaga os erros, atrasos, superfaturamentos, mas eleva a nossa capacidade de reagir frente às adversidades.

Ao tratar agora dos jogos realizados por aqui, desde o primeiro, que aconteceu no dia 13 de junho, até o último, ocorrido no dia 24 de junho, estivemos em constante evolução, com algumas ocorrências na primeira partida e praticamente a perfeição na última.

Com relação ao último jogo de nossa sede, foi uma partida para fechar com chave de ouro, com direito a cinco gols, muitos lances de emoção, "invasão" da torcida colombiana nas arquibancadas e gol de placa de um dos destaques da copa, James Rodrigues da Colômbia.

Não foi o jogo com maior público que a arena recebeu, sendo este Nigéria e Bósnia, mas, ainda sim, havia muitas pessoas no estádio, com cerca de 40 mil espectadores de acordo com dados da FIFA.

Foi a única partida na cidade que aconteceu à tarde, o que foi legal, pois possibilitou que pudéssemos também ter uma avaliação da Arena Pantanal em jogos realizados sob a luz do sol. Neste dia, fomos eu, minha esposa, a irmã dela e o marido. Também, mas do outro lado do estádio, estavam minha irmã e meu pai.

O jogo foi muito bom, apesar de termos torcido para o Japão se classificar, já que a Colômbia já estava na próxima fase. Por fim, o que se viu foi a superioridade da seleção sul-americana que venceu por 4 X 1 e destruiu qualquer sonho japonês de seguir na Copa do Mundo.

Por fim, uma pena que eu tenha exagerado ao chamar a atenção da minha esposa que estava exaltada demais, o que me rendeu alguns dias sendo ignorado por ela, mas já está tudo na paz. Assim, o que ficam são as experiências, que se transformarão em lembranças e bons sentimentos por este momento único de nossas vidas.

Mas quem sabe a Rússia em 2018 nos espera...

24 de junho de 2014

Expectativas para o encerramento


Gente, hoje é em tese o último dia do serviço voluntário na sede de Cuiabá para a Copa do Mundo Brasil 2014. Isso, porque o último jogo da cidade será nesta data, a partir das 16 horas, com abertura dos portões às 13:00, com a realização da partida Colômbia Vs. Japão.

A Colômbia já está classificada por antecipação e o Japão deve vencer por dois gols de diferença e ainda torcer por um empate ou vitória simples da Grécia na partida contra a Costa do Marfim, o que é meio difícil de acontecer. Assim, creio que o jogo será morno, mas espero que seja inflamado, apesar das pretensões a serem alcançadas por ambas as equipes.

Por sinal, a movimentação na cidade para a partida de hoje está intensa, com muitos colombianos e japoneses tomando as ruas, assim como aconteceu com os chilenos e demais países. Contudo, a previsão é de que este será o jogo com maior público e ingressos estão muito valorizados. Há rumores inclusive que Shakira, a intérprete da música tema da Copa de 2010, virá.

Apesar de alguns voluntários ainda terem sido escalados para trabalharem até o fim desta semana, hoje também é considerado o último dia porque depois do jogo será realizada uma confraternização no Centro de Voluntários, com entrega de certificado, medalha e festinha para celebrar o sucesso de nossa participação. A previsão de início é para as 20 horas até a meia-noite.

Com relação ao jogo passado, o terceiro realizado por aqui, em 21 de junho, fomos eu, minha esposa e os pais dela, que se divertiram muito com o clima do estádio. Por sinal, até o momento, este foi o jogo com maior público pagante, com mais de 40 mil espectadores, com cerca de trezentas pessoas a mais em relação à primeira partida.

Sobre o jogo, esperava que fosse mais animado quanto a gols, porém, com uma vitória pelo placar de 1-0 da Nigéria frente a Bósnia, vimos os jogadores europeus desabarem no chão após o término da partida e o fim antecipado de suas pretensões em sua primeira participação em copas.

A partida até que foi movimentada, mas a Bósnia não conseguiu superar a defesa africana, nem tanto pela zaga, mas mais pela ineficiência de seu ataque, sobretudo, do badalado e sem expressão Dzeko, que errou muitos gols e não demonstrava desapontamento nenhum por isso. Confesso que fiquei com dó dos demais jogadores que lutaram muito para criar situações de ataque. Ainda, porque a Bósnia teve um gol legítimo mal anulado pela arbitragem e que poderia ter mudado o destino das equipes.

Pelo outro lado, a Nigéria também atacou muito, mesmo tendo feito seu único gol ainda cedo. No fim das contas, um empate seria mais justo pelo andamento do jogo, porém, pelo carisma da torcida, os nigerianos cativaram muito mais a torcida brasileira e acabaram conquistando a maioria dos presentes.

Agora é esperar para ver o que nos espera neste encerramento de Cuiabá na Copa do Mundo 2014, que tem evoluído jogo a jogo e já é apontada como uma das melhores sedes em vários aspectos, sobretudo pela nossa participação, os voluntários.



19 de junho de 2014

Grande emoção na Copa do Mundo em Cuiabá


Nada como uma criança que sempre acompanhou as Copas do Mundo de futebol pela tv, sonhando com cada jogada, e de repente acorda com o maior evento do planeta acontecendo na sua cidade. Foi assim que me senti quando Cuiabá foi escolhida para ser uma das sedes da Copa do Mundo do Brasil 2014, ainda em 2009.

Cinco anos se passaram desde então e a expectativa e aflição somente aumentavam com o passar do tempo. Cuiabá, que na época foi selecionada como a sede que representaria o Pantanal, tendo sido escolhida em vez de Campo Grande, acabou sofrendo sérias ameaças de ser excluída tendo em vista o descumprimento de prazos e outras exigências da FIFA, mas acabou sendo confirmada, mesmo com os atrasos.

Enfim, com a construção da Arena Pantanal, não havia mais volta e a Copa aconteceria por aqui.

Até a data de hoje, Cuiabá já recebeu dois dos quatro jogos a serem realizados na Arena Pantanal, e a festa foi linda em ambos, com as expectativas plenamente atendidas.

No primeiro jogo, realizado em 13 de junho, mais de 40 mil torcedores lotaram a arena para acompanhar Chile X Austrália, que fizeram um ótimo jogo, encerrando com o placar de 3X1 para os sulamericanos. Apesar de muitos empregados escalados para o dia do jogo terem faltado, entre pessoal da limpeza e segurança, no geral, o clima de festa contribuiu para que tudo ocorresse bem.

Assisti ao jogo com minha esposa e um casal de amigos que trabalham com ela. No dia, eu já estava nas proximidades da arena, trabalhando como voluntário no Centro de Credenciamento, enquanto que minha esposa foi depois com um primo e um tio, que acabaram se sentando longe dela por conta da numeração do ingresso. Eles enfrentaram dificuldades com a fila, levando cerca de 40 minutos para entrar, enquanto que para mim foi tranquilo, mesmo eu tendo me dirigido à fila depois dela.

Ao entrar, aproveitei o tempo que ainda restava para o início e fui conhecer os stands montados pela empresas patrocinadoras do evento, e estavam bem legais. Coca-Cola, Hyundai, Itaú, Budweiser, Johnson & Johnson, entre outros, todos em ritmo de animação, com muitos chilenos e australianos por todo lado.

De volta à arena, a festa dos chilenos foi bastante empolgante, com seu cântico "chi chi chi... le le le... viva Chile" e grande volume deles no estádio, cobrindo as arquibancadas com a cor vermelha. Havia tantos chilenos, que no encerramento do hino nacional, eles continuaram cantando, independentemente da Fifa ter encerrado a apresentação oficial.

Apesar do destaque para os torcedores chilenos, os australianos também vieram em grande número, com muitos cangurus de plástico circulando pela arena. Assim, o jogo foi emocionante e teve gol no começo, gol anulado, lances de perigo para os dois lados e até mesmo gol nos acréscimos do segundo tempo. Foi bem interessante. Ponto negativo para os rojões que estouraram no início e no fim da partida, acusando a ineficiência da segurança por conta do déficit de funcionários.

Já no segundo jogo, realizado em 17 de junho, acabei não aproveitando o ambiente externo da arena, mesmo tendo chegado três horas antes da partida. Isso, porque minha mãe acabou passando mal na véspera, o que a enfraqueceu. Fomos ao estádio, mas ela acabou passando cerca de uma hora e meia nas mãos do apoio da QualyCare e a equipe de médicos e enfermeiros.

Assim, eu e meu pai fomos para a arquibancada próxima e ficamos assistindo no telão a partida do Brasil Vs México enquanto minha irmã acompanhava minha mãe. Após ter melhorado um pouco, fomos para os nossos assentos e ficamos aguardando até a partida começar.

Rússia e Coréia do Sul fizeram uma partida em que a equipe asiática tomava a iniciativa e os europeus apenas se defendiam, frustrando assim as expectativas que tinha com os russos. No segundo tempo, a Coréia diminuiu o ritmo de suas investidas, tornando o jogo mais equilibrado.

Contudo, de toda forma, o jogo já estava na metade do segundo tempo e com grande chance de terminar zero a zero, o que já estava incomodando bastante a torcida, até que o goleiro russo aceitou um chute bastante despretensioso de um jogador coreano, o que levantou a galera. Eu fiquei com pena do goleiro, mas, na ausência de gols, aquele frango serviu para inflamar o estádio.

Com o resultado adverso, os russos passaram a atacar mais e não demorou a sair o empate, com uma jogada que começou bonita, mas que acabou terminando com um gol baseado na persistência. Assim, posso garantir que aquele gol frango salvou o nosso jogo, que contou com 37 mil expectadores e bem menos estrangeiros nas arquibancadas em relação ao primeiro jogo, ainda que pudéssemos observar muitos russos e coreanos.

O resultado final acabou sendo um empate em 1 X 1, o que aparentemente não desagradou a nenhum dos lados, já que a nossa torcida era pela festa e pelos gols, de quem quer que fosse.

No mais, fica a expectativa para os próximos jogos a serem realizados e para os últimos dias de atividades de voluntariado nesta copa do mundo que acontece no Brasil.

Por fim, com tudo que já vi, posso dizer que Cuiabá está de parabéns pelos resultados até agora alcançados.