8 de abril de 2015

Saint Seiya: Episódio G



Cavaleiros de Ouro Versão Episódio G

Olá.

Há um tempo que ensaio postar algo sobre o Episódio G, saga paralela dos Cavaleiros do Zodíaco que cobre o período em que os cavaleiros de ouro realizavam missões no Santuário, mais especificamente, 7 anos antes dos eventos da série clássica, de Seiya e cia.

Esta saga não foi produzida em anime, mas somente em manga. No Japão, foi finalizada há mais de um ano, mas aqui no Brasil isso aconteceu apenas recentemente, após o lançamento do volume 20, pela Conrad Editora.

Porém, antes de mais nada, cabe algumas explicações, entre elas, o traço do Episódio G é bem diferente de tudo já lançado em Cavaleiros do Zodíaco; a linguagem também é bastante peculiar, com leves tons de "erudito"; as sequências de ação então, quase não se entende o que está acontecendo nos quadrinhos; e há algumas incoerências em relação à série clássica, como, por exemplo, a idade de alguns cavaleiros.

Mas tudo bem, pois a ideia (história) é interessante. Ela se concentra na luta entre os cavaleiros de ouro e os titãs, filhos de Gaia, sendo o principal deles Cronos, pai de Zeus. Contudo, também há a participação dos Gigantes e outros no decorrer da história.

Uma característica notável é a força dos titãs, que parecem ser muito mais fortes que quaisquer outros personagens que já tenham participado da série. Por outro lado, Aioria praticamente cuida de tudo sozinho, e isto é um pouco frustrante para o leitor, já que dispensa os demais cavaleiros de ouro que quase sempre assumem o papel de observadores.

Eu, como um fã, no sentido fanático da palavra, compro tudo que sai dos cavaleiros e com o Episódio G não poderia ser diferente. Mas compreendo aqueles que não se aventuram nesta série, por todos os pontos já citados por mim ou outros que eu desconheça ou não me recorde no momento.

Por isso, nesse post, resumirei a série para aqueles que gostariam se saber o que se passa nas páginas deste manga, mas não o leem, e para aqueles que queriam se lembrar dos principais acontecimentos desta saga, informando que em alguns capítulos eu estava mais inspirado para escrever, enquanto que em outros não.

Por fim, aproveito para atualizar que após a conclusão do Episódio G, começou o lançamento de "Episódio G: Assassino", que deixa claro como a participação de Cronos (e Pontos) no Episódio G interferiu em toda a série, criando um "elo" (o tempo está distorcido) entre todas as publicações referente a Cavaleiros do Zodíaco (The Lost Canvas, Saint Seiya Ômega, Saintia Sho, Gigantomaquia, Next Dimension, Hero of Heroes, etc).

Enfim, segue o resumo do Episódio G, volume por volume, com os acontecimentos mais importantes do manga. Para quem não leu, as lutas são muito intensas e cheias de possibilidades, as quais não detalhei por aqui. Meu foco foi a visão global da história, com um resumo ideal para quem pretende ter uma boa noção do que esta série acrescenta à mitologia dos Cavaleiros do Zodíaco (eu diria que ela é um divisor de águas para a história, mas leiam o resumo até o fim para entender melhor).


Aioria Versão Episódio G

EPISÓDIO G

Volume 1
O cosmo de Cronos surge diante do grande mestre (Saga). O titã entrega uma adaga ao cavaleiro e diz que a morte do bebê (Atena) faz parte do destino da deusa. Porém, quando Saga parte para assassiná-la, Aioros salva a criança e foge do Santuário.
(Seis anos depois) Em um local desconhecido, Pontos (irmão de Uranos) está procurando uma forma de destruir o selo de Zeus que aprisiona os doze titãs e descobre que a ‘Megas Drepanon’ (arma onde foram selados o cosmo e a alma de Cronos) está no pedestal da estátua de Atena.
O grande mestre suspeita que um cosmo negro esteja invadindo o santuário e convoca a União Dourada, exigindo que todos os cavaleiros de ouro compareçam.

Volume 2
O cosmo negro que havia invadido o santuário pertence ao titã Hipérion, que apareceu para recuperar a arma divina Megas Drepanon. Aioria se oferece para enfrentá-lo e a luta é muito dura. Ao fim, Hipérion se retira do combate, mas convida o cavaleiro para um novo confronto no futuro.
Aioria, Litos (criança adotada pelo cavaleiro) e Aldebaran se dirigem a Jamiel a fim de encontrar Mu e lhe pedir que conserte a danificada armadura de leão.

Volume 3
Saga demonstra muita insegurança quanto a sua verdadeira identidade e se questiona sobre o real valor da sua existência.
Pontos envia o titã Iápeto a Jamiel para enfrentar os cavaleiros de ouro. Então, Mu teletransporta seus amigos para um lugar mais seguro e enfrenta Iápeto com todas as suas forças. Porém, o cosmo de Cronos interrompe o combate e ordena que Iápeto retorne. O cosmo de Cronos observa Aioria a distância e diz que o destino do cavaleiro de leão já está traçado e este será libertá-lo.

Volume 4
O cosmo de Cronos, que ainda está selado, ressuscita os gigas e ordena que estes vão ao santuário de Atena para recuperar a Megas Drepanon. Ele também ordena que os titãs Iápeto e Hipérion comecem o ritual de ressurreição dos outros titãs.
Na entrada do santuário surge o primeiro giga, Lyax de Poinx, que começa uma luta contra Aioria, e depois entra na Casa de Áries o segundo giga, Phlox de Cianos, que é detido por Shaka. Ao fim, com a ajuda de Máscara da Morte, ambos os gigas são detidos.
Pontos se lembra de como foi difícil se libertar do selo criado por Zeus que o aprisionou e discute com Hipérion as chances dele conseguir libertar também o deus Cronos e os outros titãs, cujas almas estão aprisionadas em suas próprias armas (sohmas). Então, Pontos consegue libertar o terceiro titã, Céos.

Volume 5
Pontos diz que a ressurreição do terceiro titã vai se manifestar na Terra com o renascimento de lendárias figuras mitológicas. Então, Aioria enfrenta o rei Minos e na sequência o Minotauro, ambos sendo eliminados pelo poder do cavaleiro de ouro. Ainda, Retsu, cavaleiro de bronze de lince, derrota uma das irmãs górgona.
  Shaka pede autorização ao mestre do santuário para queimar seu cosmo ao máximo para tentar devolver a luz ao planeta e expulsar as trevas que o poder de Cronos gerava. Então, acompanhado de Aioria, ele viajou ao templo de Buda, na Índia, e quando iniciou a meditação, o titã Céos surgiu para tentar eliminá-lo.

Volume 6
Aioria enfrenta o titã em uma luta muito difícil, até que lança um golpe secreto e quase mata Céos, que é salvo por Hipérion. Na sequência, surgem dois gigas, Leucotis Anemone e Melas Bronte, mas logo são derrotados por Shaka, que havia terminado sua meditação.
Saga revela a Máscara da Morte sua identidade de mestre do santuário e se intitula Ares, o deus pelo qual gostaria de ser comparado.

Volume 7
Hipérion compartilha o seu sangue sagrado (Ikhor) com Céos para lhe salvar a vida e Pontos completa o ritual de rompimento do selo com a ajuda do cosmo de Iápeto, ressuscitando os outros oito titãs. Assim, com os cosmos dos 11 titãs reunidos, o Labirinto de Cronos ressurge.
Shaka revela ao mestre que sente a aproximação de um outro cosmo negro, ainda mais maligno que o primeiro, e o mestre lhe explica do retorno dos titãs e do iminente confronto da Titanomaquia. Shura está próximo à entrada do Santuário e enfrenta o giga Spate de Paios, porém, surge Créos, um dos titãs, que assume o combate.
Após um intenso confronto, Créos se retira e convida os cavaleiros de ouro para enfrentarem os titãs no Labirinto de Cronos. Enquanto isso, o mestre Ancião sente a aproximação do cosmo de Cronos no Santuário.

Volume 8
O cosmo de Cronos encontra a sua arma divina Megas Drepanon, mas não consegue recuperá-la, pois está protegida pelos selos de Atena e de Zeus. Então, o Grande Mestre (Saga) surge e passa a agir de acordo com sua personalidade fiel à Atena, enfrentando o titã. No entanto, logo sua personalidade má reassume o controle e ele se afasta.
Aioria chega à estátua de Atena e lança seu golpe ‘cápsula do poder’, que atinge o selo de Zeus e quase liberta Cronos. A luta prossegue e Aioria executa sua técnica secreta ‘explosão de fótons’. No momento da explosão, surgem seis titânides que o defendem de receber a carga. Então, para a surpresa de todos, Cronos ressurge livre das correntes de relâmpago que o aprisionavam. 

Volume 9
Cronos tem um corpo frágil e um cosmo vazio, o que surpreende Aioria, que aproveita para atacá-lo. Têmis defende o titã com a Balança do Julgamento, fazendo com que o peso dos crimes de Aioria caíssem sobre seu corpo, mas Shura aparece e o defende. Então, Réia ataca com a sua Serpente Celeste, enquanto as outras titânides levam Cronos ao seu refúgio.
Depois, surge Aldebaran para ajudar os companheiros dourados e sozinho consegue repelir os ataques de Têmis e de Réia.
No Labirinto, Cronos inicia seu plano criando a Areia de Adamantium.
No Santuário, o Mestre anuncia uma nova Guerra Santa. Enquanto isso, soldados verificam o local da batalha entre Créos e Shura e encontram um 'portão' e um fragmento da espada do titã. Então, Oceano aparece para recuperá-la, mas Camus de aquário surge para enfrentá-lo.

Volume 10
Hipérion conversa com Céos sobre o castigo que Zeus lhes impôs, sem perceberem que Pontos os observa, em frente a Gaia, que está presa, e articula o seu plano.
No campo de batalha, Oceano e Camus lutam com grande intensidade, até que o cavaleiro cria um Esquife de Gelo no “portão”, impedindo-o de ser aberto, e Oceano abandona o duelo.
Os titãs pretendem atrair o cavaleiro de leão para o Labirinto, acreditando que seu poder seja o único capaz de despertar a memória de Cronos, então, em frente ao portão, Aioria, Camus e Litos estão saindo, quando Iápeto aparece e sequestra a garota.
Aioria se enfurece e pede a Camus que libere a passagem do portão e depois o sele novamente com o Esquife de Gelo após sua entrada.
No Labirinto de Cronos, Aioria é recebido por Hipérion, que oferece uma trégua, dando a entender que os titãs querem proteger seu povo. Porém, são interrompidos por Afrodite, que se prepara para matar todos os servos dos titãs, e depois derrota o giga Zugilos de Anthrakma.

Volume 11
Aioria segue e, adiante, Pontos surge diante do cavaleiro e lhe revela que ele foi o escolhido dos deuses. Ainda, ele diz que a derrota de um deus somente ocorre quando um outro deus intervém e cede parte de seu poder a um humano. Então, Pontos diz que pretende dar essa força para Aioria, mas ele se recusa a receber.
Pontos perde a paciência com a desfeita e ataca com todas as forças o cavaleiro. Então, logo quando vai atingir Aioria em cheio, seu golpe é contido pelo escudo de libra e pela imagem de Dokho.
Enquanto isso, Mu envia por teletransporte os cavaleiros de touro, aquário, virgem, escorpião e capricórnio para o Labirinto de Cronos.

Volume 12
Pontos abandona a luta e Iápeto aparece, trazendo consigo Têmis. Os titãs atacam somente Aioria, até que Shaka entra em cena para protegê-lo.
Iápeto expõe que o desenvolvimento da humanidade somente aconteceu porque Prometeu ensinou aos homens o domínio do fogo, tendo sido, por isso, punido por Zeus. Então, Iápeto revela que Prometeu é seu filho.
Aioria está em vantagem no confronto com Iápeto, até que o titã se descontrola e mata Têmis, absorvendo sua força e a adicionando à sua espada. O fato desestabiliza Aioria e Shaka, que agora não estão mais diante de um titã, mas de um demônio que faz qualquer coisa para atingir seus objetivos.

Volume 13
A luta continua feroz, até que Aioria recebe o auxílio do cosmo de Aioros, que lhe empresta suas asas e flecha, e consegue aplicar um golpe mortal no titã. Iápeto, próximo do fim, se lembra do que é a dor, o sofrimento e a morte, e lança parte do seu sangue em direção a Aioria, revelando que agora o leão será capaz de enfrentar os titãs por ter entrado em contato com o seu sangue divino. No momento em que Iápeto cai, Prometeu aparece ao fundo e olha de longe pela última vez o seu pai.
Pontos fala com Gaia (que ainda está presa) sobre os últimos acontecimentos, quando é interrompido por Prometeu, que desconfia de suas intenções.
No Labirinto de Cronos, o mundo dos titãs sofre imensas catástrofes, pois eles querem libertar seu povo rumo ao planeta Terra, porém, o 'portão' ainda se mantém bloqueado pelo esquife de gelo de Camus. Então, cabe a Réia a missão de abrir a passagem, porém, o cavaleiro de aquário a enfrenta e não permite que o caminho seja liberado.
Enquanto isso, Shura enfrenta Créos em mais um tenso confronto.

Volume 14
A luta entre Créos e Shura prossegue com muita ferocidade, porém, o cavaleiro ataca com a técnica Double Excalibur, que acaba de vez com o adversário, assim, apagando o símbolo do titã no Theos Sema que ilumina os céus.
Pontos percebe que quanto mais os titãs caem diante dos cavaleiros de Atena, mais Gaia tem seu poder elevado, ainda que sofra pela perda de cada um de seus filhos.
Enquanto isso, Prometeu, em silêncio, traz uma pessoa aparentemente importante (não diz quem é, mas julgo ser Zeus).
No Labirinto, Céos aparece diante dos cavaleiros e ataca implacavelmente Aioria.
Já no local onde Shura enfrentou Créos, este resiste com suas últimas forças para confidenciar que sente que alguém muito poderoso está manipulando os titãs para que realizem estas batalhas, mas não sabe quem poderia ser. Assim, ele oferece o resto de sua energia para recuperar Shura dos ferimentos da luta.

Volume 15
Aioria tem muita dificuldade durante a luta contra Céos, mas o cavaleiro, enfim, consegue disparar a Explosão de Fótons, atingindo-o gravemente. Próximo de morrer, o titã diz a Aioria que o poder que ele despertou o ajudará a vencer os deuses.
O titã então sela sua memória com a palavra grega Keuranos (relâmpago) para que ninguém a utilize novamente. Então, Mnemosine surge em outro local e descobre-se que ela havia traído seus irmãos na última Titanomaquia, sendo a guardiã das memórias dos titãs.
Hipérion discute com Mnemosine, até que Pontos surge diante deles e diz que foi Aioros quem o despertou no Egito (Volume 0 do Episódio G). Hipérion se enfurece ao ouvir aquilo e parte para enfrentar os cavaleiros, sobretudo, Aioria.
Litos, que havia sido sequestrada, desperta no templo de Cronos e se vê diante do deus do tempo, que ainda tem parte de suas memórias retidas. Ela o convence a fugir, apesar de o titã dizer que precisa fazer algo para ajudar sua mãe.

Volume 16
A luta entre Aioria e Hipérion é devastadora.
Enquanto isso, Litos e Cronos continuam a fuga pelos corredores do Labirinto e chegam a um ponto de onde conseguem observar “de uma sacada” a luta entre o titã e o cavaleiro. Então, uma figura misteriosa  (não diz quem é, mas julgo ser Zeus) se apresenta diante dos dois e conta sobre o mito da Caixa de Pandora.  Após isso, a figura misteriosa cria degraus a partir da sacada que conduzem até o local onde Hipérion e Aioria estão lutando.
No confronto, Aioria, enfim, consegue vencer Hipérion, que, antes de morrer, diz estar arrependido por não ter considerado a ideia de resolver suas diferenças pelo diálogo.

Volume 17
Aioria está com Hipérion nos braços quando surge um holograma de Pontos. Com o seu sangue ele ressuscita Hipérion, porém, vazio e sem memórias. Aioria ataca Pontos, que demonstra possuir grande força. Então, o titã se recupera e pede para que Aioria cuide de seu povo, entendendo que deve se sacrificar, pois Pontos está utilizando sua energia para criar o holograma. Então, Aioria o derrota definitivamente.
Pontos retorna ao seu refúgio e é repreendido por Prometeu, que diz que Hipérion é um exemplo, pois lutou até o fim por aquilo em que acreditava, pelo seu povo e pelo seu rei.
Mnemosine lembra que o rei dos titãs cometeu o maior dos pecados ao matar Uranos. Nisso, surge o homem misterioso (não diz quem é, mas julgo ser Zeus) e diz que ela deverá ver a queda de seu rei em breve.
Enquanto isso, Cronos vai até o corpo de Hipérion, mas não se lembra dele. Então, ele se deixa ser levado por braços que o puxam para o Tártaro, mas Aioria o segura.
Cronos se emociona com a bondade dos cavaleiros. Em outro lugar, Pontos comemora a alegria de Cronos e indica que este é o momento ideal para liberar sua memória, para que seja tomada pela angústia e pelo desespero por seus atos passados.

Volume 18
Cronos desperta e sua força agora está completa. Ele oferece a Litos o direito de acompanhá-lo, por ela tê-lo ajudado quando estava sem memórias, mas ela se recusa. O titã se enfurece e diz que trará a ruína ao mundo.
Aioria luta com Cronos, mas parece não ter chances. Os demais cavaleiros também participam da luta.
Cronos ameaça fazer o tempo voltar à época em que os deuses dominavam a Terra e os efeitos são sentidos imediatamente, com a aparição na Terra de um ser de aparência faraônica, logo derrotado por Misty.
Então, Misty, acompanhado de arqueólogos, encontra um líquido dentro de um sarcófago emanando energia (trata-se do Ikhor).
Na batalha, Cronos invoca os gigas Nephiritis Hoplisma, Electron Teru e Margarites Dracon, e os cavaleiros de ouro formam duplas para enfrentá-los.

Volume 19
Cronos não se importa com o povo dos titãs. Então, os cavaleiros de ouro decidem proteger aquela população. O primeiro giga é enfrentado por Aldebaran e Shura, o segundo por Aioria e Shaka e o terceiro por Miro e Camus. Ao fim, os cavaleiros derrotam os gigas.
Cronos quebra a ampulheta que controlava o tempo e, com isso, o mundo passou a misturar suas eras e somente a sua derrota poderia interromper este caos.

Volume 20
No Santuário, o grande mestre recebe a visita de Prometeu, que comenta sobre o Grande Mestre ter tentado matar Atena. Então, Saga maligno diz que não se curvará a nenhum deus e que seu dever é governar e proteger a Terra (tal qual ele diz ao fim da batalha das doze casas no anime clássico).
No Labirinto, Aioria e Cronos seguem na luta, com o deus do tempo obtendo vantagem com seus ataques que ultrapassam a velocidade da luz. Apesar de todo seu esforço, Aioria percebe que não seria capaz de salvar os habitantes do planeta dos titãs, então, ele pede que os cavaleiros unam seus cosmos e o entreguem a Shaka, que se encarregará de transportar os habitantes dos planetas dos titãs para a Terra.
Desta forma, o cavaleiro de virgem conclui seu trabalho e todos retornam ao planeta Terra, exceto Aioria e Cronos. O leão diz que só há duas possibilidades para os dois: ou ambos retornam ou ambos caem.
A luta prossegue. Cronos se admira com a força e o empenho que Aioria demonstrou apenas pela finalidade de manter sua promessa de que os dois deveriam retornar juntos à Terra, porém, após o último choque de ataques, ambos caem em direção ao Tártaro.
Cronos sente que Aioria não deve morrer e roga a Hades que salve o cavaleiro daquele destino em troca de sua arma e de sua vida. A cena então muda para o retorno de Aioria, que ressurge junto ao túmulo de Aioros, supondo que Cronos o tenha salvo.
No derradeiro final, Pontos, a mente por trás dos eventos que envolveram a luta entre cavaleiros e os titãs, lamenta não ter conseguido obter a arma de Cronos, mas admite que obteve outros poderes, prometendo que no futuro retornará e encerrará este tempo de paz que a Terra viverá nos próximos anos.




3 de abril de 2015

Opinião sobre o filme Velozes e Furiosos 7




Olá. Hoje assisti o filme Velozes e Furiosos 7, data de sua estreia nos cinemas, e gostaria de compartilhar o que achei.

Antes, para melhor compreensão sobre a minha expectativa para o filme, esclareço que já havia assistido há algum tempo todos os anteriores, mas decidi reassisti-los recentemente para me preparar para este novo filme.


- - c o m e ç o - - - - d o - - - - r e s u m o - - - - d o s - - - - f i l m e s - - - - a n t e r i o r e s -

Basicamente, nos filmes anteriores evolui a ideia de que o grupo de pilotos liderado por Dominique Toretto (Vin Diesel) é uma família, sendo Brian (Paul Walker) seu grande parceiro.

No primeiro filme, Brian é um policial que se infiltra no submundo dos rachas para investigar a atividade e acaba iniciando uma amizade com Dom, que descobre a verdadeira identidade de Brian e o expulsa do grupo.

No segundo filme, Brian atua como policial na cidade de Miami e no terceiro filme, Dom faz uma pequena participação no final do filme Desafio Tóquio.

No quarto filme, novos e antigos integrantes se reúnem, inclusive Brian, que abandona a carreira policial.

No quinto filme, a família se reúne mais uma vez e conseguem se dar muito bem financeiramente na cidade do Rio de Janeiro.

No sexto filme, eles enfrentam Owen Shaw, um perigoso mercenário. Porém, após ser derrotado, desperta em seu irmão, Deckard Shaw, o desejo de vingança, cerne para os eventos do sétimo filme, em cartaz nos cinemas.

- - - f i m - - - - d o - - - - r e s u m o - - - - d o s - - - - f i l m e s - - - - - a n t e r i o r e s - - -

Pois então, minha expectativa era altíssima e, sinceramente, achei muito bom o filme.

Sobre a história, começou com um lado mais melancólico, com um ar de tristeza. Personagem que morre, outro que perde a memória, a casa de Dom sendo explodida, enfim, uma sucessão de eventos tristes.

Então, em pleno velório, começa a primeira perseguição de Dom ao vilão Shaw e, daí em diante, a paulera foi total.

Consultando a minha memória, este foi um dos filmes com mais cenas de ação que me lembro. E nos intervalos sem cenas de ação, ótimos diálogos.

Uma observação: foi um filme muito mais "furiosos" do que "velozes". Sobre o "furiosos", cenas de duelos tiveram várias, com socos pra todo lado. Sobre o "velozes", há muitas situações em que carros são utilizados, mas não necessariamente em disputa de corrida.

Efeitos especiais a todo momento, do jeito que eu gosto. Sabe aquele filme que a gente diz, "olha a mentira. Dessa altura que ele caiu, qualquer um teria morrido". Isso se repete o filme inteiro, várias vezes. Só achei que os personagens acabavam se recuperando rápido demais, tipo, "limpa a poeira do paletó e está pronto pra outra", mas tudo bem.

Sobre a carga emocional, achei o filme sensacional. Muitas horas engraçadas e outras para se fazer pensar e refletir. Inclusive, o final achei lindíssimo, de muito bom gosto, bem sutil e simbólico, com belas palavras.

Gostei das músicas. Gostei que mencionaram Desafio Tóquio neste filme. Gostei da atuação dos atores e do vilão. Gostei do excesso de explosões. Minha cara este filme.

Sobre Desafio Tóquio (Velozes e Furiosos 3), fiquei feliz que aquele garoto do filme tenha feito uma aparição, de leve, mas muito útil para relacionar este filme aos demais.

Um ponto que me favoreceu na surpresa do filme foi que eu não assisti a trailers ou li sinopses ou qualquer outra coisa do tipo. Fui de mente aberta (admito apenas que sabia que haveria uma cena em que cairiam carros do céu). Assim, as cenas de ação achei todas surpreendentes e show.

Contudo, confesso que na sequência já perto do final, em que um drone persegue (caça) eles, achei meio estranho. Meio diferente de tudo, não sei como explicar. Acho que esperava uma cena de corrida e não uma máquina atrás deles, mas foi muito massa. Algo novo na série e que certamente, se eu assistir de novo o filme, vou achar muito massa.

Também não sabia sobre a tecnologia utilizada para fazer com que Paul Walker "ressuscitasse" e me surpreendi logo após sair do cinema ao saber que ele havia gravado apenas parte do filme antes de seu falecimento. O resto, foi tudo computação.

Não tem como saber quando a cena foi gravada por ele e quando foi alterada por computação, manipulação de imagens e dublês tamanha a perfeição.

Para quem é fã da série e assistiu tudo, super recomendo. Já para quem vai assistir Velozes e Furiosos meio que sem conhecer os outros filmes, certamente perderá alguns detalhes que remetem aos episódios anteriores, mas, ainda assim, terá um bom filme de ação extrema, do começo ao fim, no maior estilo 007 ou Missão Impossível, só que com mais ação (acredite).

Enfim, para concluir minha opinião sobre este ótimo filme, pela cena final, acho até que caberia encerrar a série por aqui (ficaria bem adequado). Palavras bonitas, aquele "olhar no horizonte", "as estradas da vida", e tal, tudo dotado de muita carga simbólica emocional que faz bem para a alma.

Contudo, já li por aí que há planos para mais filmes, então que sejam tão bons quanto este. E eu estou sempre dentro quando se trata desta ótima série, que no início falava da paixão por carros e agora trata do amor de uma maneira muito mais humana.


26 de setembro de 2014

Megaman - dos games para a série de tv



Quando se fala em megaman, acredito que todos já tenham ouvido falar deste personagem que, para mim, trata-se de um dos maiores ícones dos jogos de videogame, algo como Pacman ou Mario.

Para quem não sabe, este robozinho azul possui inúmeros jogos e sequências, sendo a minha preferida a série X, com Megaman X ao X8 já lançados.

De qualquer maneira, o valor da série original é inquestionável, com 10 jogos já lançados, sendo estes muito difíceis de serem zerados.

Porém, minha intenção aqui nem é tratar de jogos, mas sim do seriado que chegou a passar no SBT, que contava as histórias do herói azul em sua eterna luta contra Dr. Willy e seus robôs.

Lembro-me que assistia todo empolgado aos sábados este desenho, sendo que conhecia pouco os jogos da série clássica (como já disse, sou fã dos jogos da série X).

Porém, neste mês de setembro, tenho me empolgado em rever vídeos destes jogos no youtube e decidi reassistir aos desenhos, sendo 27 episódios lançados ao total.

Por hora, apenas prometo que em algum momento futuro farei uma análise da série X, contando um pouco da história (SEM PREVISÃO DE DATA).

Assim, meu intuito no momento é apenas fazer sinopses conforme eu for reassistindo à série e mencionar quais robôs (chefes dos jogos do megaman clássico) aparecem em cada episódio e em que jogos eles apareceram.

 

Link Para Baixar Episódios: CLIQUE AQUI


Episódio 1: O início

Participações:
Cut Man (MM1) / Guts Man (MM1) / Fire Man (MM1) / Ice Man (MM1) / Bomb Man (MM1) / Elec Man (MM1) / Protoman (MM3)

Sinopse:
Dr. Willy parte com seus robôs para o aeroporto e começa a destruição. Ele almeja a rendição das autoridades para tornar-se o novo mandante da cidade. Em uma tentativa de salvar Roll, Megaman acaba sendo atingido. Então, enquanto Dr. Light tenta consertá-lo, começa a se lembrar do início de seu trabalho na construção de robôs, quando ele criou Protoman, cujo projeto foi roubado por Dr. Willy, e Rock, reprogramado depois para se tornar Megaman.


Episódio 2: Pesadelo elétrico

Participações:
Bright Man (MM4) / Pharaoh Man (MM4) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
O plano de Dr. Willy é dominar a usina de força da cidade para controlar a eletricidade local. Para isso, ele coloca um espião no laboratório de Dr. Light e consegue tirar Megaman de combate, enquanto os aparelhos elétricos começam caçar as pessoas nas ruas.


Episódio 3: Mega Pinóquio

Participações:
Ring Man (MM4), Magnet Man (MM3) / Crash Man (MM2) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Um dos robôs de Dr. Willy implanta um chip em Megaman, que passa a acreditar que se tornou humano. Porém, na verdade, o chip era de controle da mente, o que faz com que Dr. Willy use Megaman como instrumento de destruição para depois culpar Dr. Light pelos estragos provocados na cidade.


Episódio 4: O grande terremoto

Participações:
Drill Man (MM4) / Stone Man (MM5) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Um terremoto atinge a cidade, porém, Dr. Light e Megaman desconfiam que Dr. Willy tenha relação com aquele evento. Assim, Megaman parte para investigar o epicentro, mas sem desconfiar que Guts Man instalou um rastreador nele.


Episódio 5: Parque dos robossauros

Participações:
Toad Man (MM4) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Light, Megaman e Roll partem para um passeio no parque dos robossauros junto a outros visitantes. Porém, Toad Man secretamente altera a programação dos robôs, fazendo com que eles comecem a atacar as pessoas no parque e, depois, na cidade. Enquanto isso, o plano do Dr. Willy é lançar seu retrovírus em todos os robôs e torná-los seres primitivos das cavernas.


Episódio 6: Megaman na lua

Participações:
Crystal Man (MM5) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Enquanto todos estão assistindo ao lançamento de um ônibus espacial, Dr. Willy invade a nave e segue para o espaço. Seu plano é roubar uma lente de focalização de luz solar, que está na estação espacial, para instalá-la em um poderoso laser construído na lua e, assim, destruir as cidades do planeta. Contudo, Dr. Light constrói um jetpack e Megaman parte atrás de Dr. Willy.


Episódio 7: 20.000 vazamentos submarinos

Participações:
Dive Man (MM4) / Wave Man (MM5) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy invade uma estação de mineração submarina com o intuito de roubar matéria-prima para a construção de novos robôs. Assim, Megaman mais uma vez é acionado para resolver o problema, porém, quando parecia que tudo estava resolvido, ele descobre que, na verdade, havia caído em uma armadilha.


Episódio 8: O incrível microman

Participações:
Dust Man (MM4) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Os robôs de Dr. Willy entram no museu da cidade e roubam uma pedra preciosa rara. Então, Megaman é acionado para proteger o local, porém, Guts Man e Cut Man, utilizando aquela joia como fonte de energia, disparam um laser em Megaman, que encolhe e fica do tamanho de um rato. Mas Dr. Willy queria mais: encolher todas as cidades do mundo e depois vendê-las.
 
 
Episódio 9: Troca de identidade

Participações:
Snake Man (MM3) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Megaman está viajando de avião, quando descobre que Guts Man e Cut Man também estavam no voo. Ao serem avistados, os robôs de Dr. Willy fogem para o compartimento das malas. Megaman os segue, porém, apenas encontra uma câmara misteriosa. Depois, já em solo, Megaman cai em uma armadilha, quando é colocado na câmara e troca de identidade com Snake Man.


Episódio 10: A era do gelo

Participações:
Air Man (MM2) / Ice Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Ice Man e Air Man atacam uma companhia de refrigeração, roubam todo o nitrogênio líquido da fábrica e sequestram o proprietário. O plano de Dr. Willy desta vez é transformar a cidade em geleiras, de maneira que ele prefere contar com a ajuda de Air Man para a realização do serviço, o que acaba gerando ciúme e discórdia em Ice Man.


Episódio 11: Aço frio / "Cold Steel"

Participações:
Spark Man (MM3) / Gemini Man (MM3) / Gyro Man (MM5) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Megaman e Roll estão assistindo a uma apresentação de rock da banda Cold Steel, quando percebem que o público começa a deixar o local. Sem saber o motivo, Megaman desconfia do som emitido pelos instrumentos, mas não percebe que, na verdade, os membros da banda são os robôs do Dr. Willy, cujo plano é controlar a mente de todas as pessoas do planeta por meio da música.


Episódio 12: Choque no futuro

Participações:
Metal Man (MM2) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Enquanto Dr. Light explicava para alguns cientistas o funcionamento de seu novo experimento, uma máquina do tempo, os robôs de Dr. Willy invadem o local para roubá-la. No entanto, sem obter sucesso, Dr. Willy encarrega Protoman de explodir o aparelho. Neste momento, Megaman percebe que Dr. Light está em perigo e tenta salvá-lo, empurrando-o em direção ao aparelho, acreditando que o cientista tivesse entrado e realizado uma viagem no tempo. Então, sem saber que Dr. Light estava embaixo dos escombros, Megaman entra na máquina e viaja trinta anos no futuro, onde Dr. Willy havia dominado o planeta.


Episódio 13: A estranha ilha de Dr. Willy

Participações:
Wood Man (MM2) / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy está em uma ilha, onde controla um exército de homens de pedra. Enquanto isso, Dr. Light e Megaman percebem uma atividade incomum acontecendo na área e seguem para descobrir o que se trata. Ao chegarem, são recebidos pelos homens de pedra e pelos robôs de Dr. Willy. Porém, algo sai do controle e, agora, Dr. Light e Dr. Willy precisam unir forças para enfrentar a ameaça juntos.
 

Episódio 14: O grande show

Participações:
Snake Man / Drill Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Um meteoro cai próximo a uma mina e Dr. Willy parte para o local no intuito de obter fragmentos do minério espacial. Seu plano é reforçar seus robôs com o material vindo do espaço e torná-lo super fortes, assim como aproveitar a oportunidade para saquear todo o ouro da mina.
 

Episódio 15: O terror dos sete mares

Participações:
Bomb Man / Elec Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy articula mais um plano secreto e sequestra vários navios de guerra para colocá-lo em prática. Então, após conseguir reunir uma boa quantidade, ele revela sua mais nova criação: uma fortaleza flutuante de guerra, formada por todos os navios que ele havia roubado.


Episódio 16: Mega sonhos

Participações:
Bomb Man / Elec Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy construiu uma máquina que acessa os sonhos das pessoas, conseguindo, assim, manipular aqueles a quem ele invade o sono. Desta forma, ele consegue coletar informações importantes do prefeito e do chefe de segurança acerca da estação espacial, dando-lhe a possibilidade de levar sua máquina ao espaço para, então, direcioná-la para o planeta com o objetivo de controlar todas as pessoas pelos sonhos.


Episódio 17: A aranha robô

Participações:
Quick Man (MM2) / Bright Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
A mais nova criação de Dr. Willy é uma aranha robô gigante que aterroriza a população e drena toda a eletricidade das torres de energia com sua teia. Então, com praticamente toda a cidade monitorada, Megaman tenta levar uma cópia do projeto para Dr. Light, que deve encontrar uma maneira de impedir que o enorme robô chegue ao supercomputador de defesa militar da cidade e o desative.


Episódio 18: Mestre do desastre

Participações:
Gravity Man (MM5) / Drill Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Light investiga a lenda de Lótus e descobre onde ele está escondido, porém, Dr. Willy rouba o mapa da localização e consegue achá-lo primeiro. Então, ele encontra o espírito do gênio Lótus, que concede todos os desejos daquele que o liberta, e Megaman passa a ser perseguido pelos prédios da cidade de Nova Iorque, que ganham vida graças ao poder do gênio.

 
Episódio 19: Noite dos bots monstro vivo
 
Participações:
Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy cria robôs a partir dos personagens das histórias de terror, reconstruindo assim a múmia, o lobisomem, Drácula e Frankenstein, e passa a filmar o ataque deles à cidade com o intuito de espalhar o vídeo e fazer com que as pessoas fujam.


Episódio 20: A maldição dos homens leão

Participações:
Star Man (MM5) / Bright Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Os robôs de Dr. Willy estão em uma ilha procurando por um novo esconderijo, quando observam um cometa cortar o céu. Eles seguem o rastro e descobrem que o objeto celeste libertou criaturas adormecidas com estrutura humana e aparência de leão, com poder para transformar todas as pessoas em leões. Com isso, transformam inclusive Dr. Light e Dr. Willy, e agora planejavam dominar o mundo.
 
 

Episódio 21: O dia em que a lua caiu

Participações:
Shadow Man (MM3) / Dark Man (MM5) / Quick Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy constroi um aparelho capaz de atrair a lua para a Terra. Seu plano é trazer o corpo celeste para perto do planeta, gerando assim muitas catástrofes naturais, tais como ondas gigantes e erupções vulcânicas. Desta forma, ele pretende destruir o mundo e depois reconstruí-lo, tornando-se o novo líder dos humanos.


Episódio 22: Sabotagem no campus

Participações:
Top Man (MM3) / Snake Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Light funda uma escola de robôs estudantes com o intuito de expandir as pesquisas de robótica. Entretanto, os robôs de Dr. Willy invadem o campus e adicionam chips de controle de memória na refeição dos alunos robôs. Com isso, ele passa a ter controle sobre os robôs, que são ordenados a destruir Megaman.
 
 
Episódio 23: Cérebot

Participações:
Snake Man / Dark Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Light apresenta a Megaman e Roll sua nova invenção, o Cérebot, um robô com superinteligência. Então, ele solicita que este seja levado ao Centro de Pesquisa na Califórnia para trabalhar em projetos secretos. No entanto, os robôs de Dr. Willy atravessam o caminho de Megaman e fazem de tudo para sequestrá-lo.
 
 
Episódio 24: Bro bots / "Irmãos bots"
 
Participações:
Heat Man (MM2) / Needle Man (MM3) / Elec Man / Bright Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Megaman está assistindo a um desfile de carros alegóricos do candidato a governador, quando Cut Man e Guts Man invadem o local com dois tanques de guerra para acabar com a festa. Então, no momento em que Megaman se prepara para enfrentá-los, surge Protoman, que abandona seus antigos companheiros e luta ao lado de Megaman. Quais seriam as intenções de Protoman?


Episódio 25: Um estranho parque de diversões
 
Participações:
Hard Man (MM) / Ring Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Enquanto Megaman está participando de um concurso de cachorros robô adestrados, uma criança chega correndo e diz que está sendo perseguida por humanos que foram transformados em robôs. Roll duvida do garoto, mas ele diz ter provas de que as transformações estão ocorrendo no parque de diversões da cidade. Assim, todos partem para lá no intuito de encontrar o local onde Dr. Willy está executando seu plano de controle de humanos.
 
 
Episódio 26: Megaman X
Participações:
Spark Mandrill (MMX) / Ville (MMX) / Snake Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Light apresenta a alguns cientistas um novo tipo de metal - laitânio - que é capaz de produzir mais energia plasma - utilizada nas armas dos robôs - que o convencional. Logo que descobre, Dr. Willy envia seus robôs para saquear a reserva da fábrica, porém, sua tentativa fracassa. Enquanto ele se lamenta em seu laboratório, robôs do futuro atravessam um portal e se dirigem a ele atrás do metal. Com força muito superior a dos robôs da época atual, somente a chegada de Megaman X poderá devolver Spark Mandrill e Ville para o futuro.
 
 
Episódio 27: Crime do século
Participações:
Bomb Man / Guts Man / Cut Man / Protoman

Sinopse:
Dr. Willy cria um dispositivo que traz à vida os brinquedos. Assim, ele ordena que os bonecos realizem vários assaltos. Então, após espalhar o pânico pela cidade, seu último passo é roubar a mais exuberante das joias, a pérola negra.
 

OPINIÃO: Adoro Megaman, então sou suspeito em dizer qual (quais) episódios gosto mais. Porém, para aqueles que não tempo ou paciência de assistir a série toda, resumiria em três os principais que devem ser assistidos por todos. São eles os episódios 1, 24 e 26.

 

15 de setembro de 2014

Filme: A Lenda do Santuário [Cavaleiros do Zodíaco]


 

Não é difícil alguém perceber o quanto eu gosto de Cavaleiros do Zodíaco. Meus papeis de parede do celular, do notebook e do PS3 são todos temáticos da série e tenho praticamente todos os produtos licenciados no Brasil, desde DVDs, mangas, livros, games, cloths (os bonecos), álbuns de figurinhas, etc.
 
Enfim, tenho grande fascínio pela série que, apesar de possuir deficiências em alguns aspectos, consegue ser maior que qualquer falha e sempre acaba nos apresentando coisas novas. Desta vez, ocorreu com o filme que está em cartaz nos cinemas desde 11.09.2014, "A Lenda do Santuário", o qual eu assisti no dia seguinte, na sessão das 19 horas.
 
Como eu bem disse, cavaleiros sempre nos apresenta coisas novas e, em alguns casos, a obra original chega a se tornar completamente diferente de suas sequências, e é isso que acontece em grande parte neste filme. Assim, um fã deve saber assistir, pois, caso contrário, já começa a criticar o filme apenas porque não concordou com alguma das licenças poéticas apresentadas em relação ao anime original.
 
Agora, na minha opinião sincera, todo mundo que tem algum conhecimento de cavaleiros do zodíaco deveria assistir. Quanto àqueles que não conhecem nada, que nunca ouviram falar ou que não sabem o mínimo sobre as armaduras ou o santuário, estes devem primeiro procurar se informar ao menos do básico antes de assistir, pois, caso contrário, ficarão boiando feio.
 
O filme é bom, mas senti que às vezes não se decidia se seguiria a série original ou se inventaria situações diferentes das que acontecem no anime. Além disso, parecia que teríamos uma batalha épica entre cavaleiros, mas, depois, tudo ficou concentrado no Seiya. Não que isso não tenha acontecido antes, vide o Prólogo do Céu com o Seiya ou o Episódio G que se concentrava apenas em Aioria. Mas tudo bem, pois ainda vale ser assistido.
 
Existem muitas cenas que querem fazer você rir, algumas a gente extravasa e em outras a gente sorri por dentro (são interessantes as cenas). Os cenários são totalmente futuristas espaciais e as armaduras possuem capacetes (???). Isso foi algo que me incomodou, pois a parte da cabeça se fecha e perdemos muito dos detalhes dos rostos dos personagens (aparecem, mas deveriam aparecer mais). Sobre os personagens, estão bem "modernosos", com piercing, brincos... só faltou tatoo (ou não).
 
Por fim, os cenários são incríveis, mas acho que no bluray (quando for lançado) serão ainda mais bonitos de se ver os detalhes. Mas, agora, o que me incomodou profundamente, apesar de estar entre os aspectos menos comentados, foi a trilha sonora. Tentaram fazê-la ser épica, mas não ficou muito legal dentro do contexto do filme. No anime fica legal, mas no filme, não curti. Por ser mais intenso, aquilo merecia um rock implacável nas cenas de ação. Para mim, foi o maior erro do filme
 
Em suma: Assim, reiterando o que havia dito, é recomendado a todos que tenham conhecimento sobre a série (não precisa ser conhecimento aprofundado, mas apenas ter referências como, por exemplo, saber que os cavaleiros vestem armaduras, que Saori é a encarnação de Atena, etc). Porém, a principal característica solicitada para quem for assistir é "abra a cabeça", pois se criar expectativa para este filme, principalmente se quiser comparar com o anime, será fatal.
 
Mais: Absolutamente não compare este filme com nada especificamente, mas pense que cada trecho do filme pode ser associado a alguma fonte de inspiração. Teve parte que me pareceu o filme Fúria de Titãs 2, outras Final Fantasy, outras Transformers, etc. É um apanhado de referências e, assim, cavaleiros do zodíaco é apenas uma delas.
 
Observação importante: para aqueles que sempre se perguntaram como um cavaleiro de ouro foi capaz de perder para um de bronze (o que de certa forma não tem lógica mesmo), este filme é maravilhoso, pois os dourados são IMBATÍVEIS (tirando os fracos por natureza).
 

3 de julho de 2014

Impressões sobre a Copa do Pantanal


Olá. Mais uma vez venho para tratar do assunto Copa do Mundo 2014 no Brasil, porém, mais especificamente na sede de Cuiabá, minha cidade, cujo evento em âmbito local intitulou-se como a Copa do Pantanal.

Fiz questão de comprar ingressos para todos os jogos que aconteceram aqui e ainda me inscrevi para ser voluntário da FIFA. Se possível, também gostaria de ter sido voluntário do programa Brasil Voluntário, do Ministério dos Esportes, mas os horários me impediram.

Sobre ser voluntário, tive o prazer de conhecer pessoas com o mesmo pensamento que o meu e que compartilhavam aproximadamente os mesmos desafios de ter que assumir uma função em que a população em geral torcia os olhos. Guardada as proporções, foi como se em uma guerra tivéssemos que lutar contra tudo e contra todos.

Mas isso foi no início, pois a medida que os dias passavam e as partidas aconteciam, o que se via era o contrário, com inúmeras pessoas arrependidas de não terem participado. Sobre a minha experiência, foi ótima, com certeza, e aprendi muito, menos pelo conhecimento técnico e mais pelos desafios humanos.

Foram muitos estrangeiros que atendemos, de várias nacionalidades, e brasileiros de todos os estados, em que testamos nossa capacidade de sermos hospitaleiros. Para onde se olhava, naquele ambiente somente se via pessoas querendo ajudar, sendo úteis ao próximo, sabendo que aquilo seria um benefício para nós mesmos.

O dia 24 de junho de 2014 foi marcado pelo último jogo a acontecer em Cuiabá e também foi a data em que teoricamente se encerrou a prestação de serviço voluntário da FIFA para a Copa. Claro que nos dias posteriores também teve serviço para alguns, mas foi no sentido de remover as estruturas e contabilizar o saldo de nossa participação.

Para concluir nossos trabalhos, depois da partida houve a entrega de certificados e medalhas e cerveja Budweiser à vontade para os apreciadores.

Agora, como eu já havia mencionado, comprei ingresso para todos os jogos daqui, e da mesma forma que várias pessoas reclamaram por não terem sido voluntários no decorrer do evento, mais ainda lamentavam por não terem conseguido comprar ingressos para os jogos.

Muitos se cegaram para a corrupção no país e não perceberam a tempo que a Copa do Mundo de futebol simplesmente é o evento mais importante do planeta e que Cuiabá teve a sorte imensa de ser uma sede.

No princípio foi muita sorte mesmo, pois Cuiabá não tinha o mínimo de estrutura para receber grande eventos. Porém, se eu disser que agora tem, eu estaria mentindo, mas o que se provou foi que nossa capacidade é maior que nossos recursos.

A promessa de um legado é enorme, mas as obras ainda estão quase todas em andamento. Em suma, basicamente com a Arena Pantanal e algumas outras adaptações viárias e do aeroporto, conseguimos surpreender o Brasil e o mundo e provar que nossa cidade mereceu ser escolhida como sede. Isso não apaga os erros, atrasos, superfaturamentos, mas eleva a nossa capacidade de reagir frente às adversidades.

Ao tratar agora dos jogos realizados por aqui, desde o primeiro, que aconteceu no dia 13 de junho, até o último, ocorrido no dia 24 de junho, estivemos em constante evolução, com algumas ocorrências na primeira partida e praticamente a perfeição na última.

Com relação ao último jogo de nossa sede, foi uma partida para fechar com chave de ouro, com direito a cinco gols, muitos lances de emoção, "invasão" da torcida colombiana nas arquibancadas e gol de placa de um dos destaques da copa, James Rodrigues da Colômbia.

Não foi o jogo com maior público que a arena recebeu, sendo este Nigéria e Bósnia, mas, ainda sim, havia muitas pessoas no estádio, com cerca de 40 mil espectadores de acordo com dados da FIFA.

Foi a única partida na cidade que aconteceu à tarde, o que foi legal, pois possibilitou que pudéssemos também ter uma avaliação da Arena Pantanal em jogos realizados sob a luz do sol. Neste dia, fomos eu, minha esposa, a irmã dela e o marido. Também, mas do outro lado do estádio, estavam minha irmã e meu pai.

O jogo foi muito bom, apesar de termos torcido para o Japão se classificar, já que a Colômbia já estava na próxima fase. Por fim, o que se viu foi a superioridade da seleção sul-americana que venceu por 4 X 1 e destruiu qualquer sonho japonês de seguir na Copa do Mundo.

Por fim, uma pena que eu tenha exagerado ao chamar a atenção da minha esposa que estava exaltada demais, o que me rendeu alguns dias sendo ignorado por ela, mas já está tudo na paz. Assim, o que ficam são as experiências, que se transformarão em lembranças e bons sentimentos por este momento único de nossas vidas.

Mas quem sabe a Rússia em 2018 nos espera...